sábado, 30 de março de 2013

SEM OLHAR PRA TRÁS


Frei Jonas  Dias,OFMCap

Assumir a cruz de Jesus e ser capaz de caminhar com as próprias penas, sem titubiar no caminho, mantendo no rosto um belo no sorriso e as mãos abertas para acolher, eis a tarefa.
Se o caminho fosse só o caminho, seria muito mais fácil; mas acredito que neste caso não seria caminho; seria qualquer coisa, menos caminho.
quando você pensa na palavra caminho, na mesma hora vem a tua mente uma imagem de uma estrada, vem tambem a imagem de flores vivas  e flores murchas vem também a imagem de pedras à beira do caminho, enfeitando, e pedras colocadas no meio da viela, como se fosse proposital, vem à mente também sol brilhando entre as nuvens e uma rajada gostosa de vento, mas também um sol quente de 40º e uma rajada de vento que enche teus olhos de poeira, você vê animais pastando no caminho aliviando o caminhar, mas encontra também feras prontas pra te devorar; vê também o claro da lua e estrelas e o canto dos animais à noite, mas vê também uma lua cheia apavorante, sombras que se movem e uivos ensurdecedor e pavorozo.
Tanta coisa no caminho, tanto caminho com tanta coisa. Que coisa é este caminho? Ou seria melhor dizer que caminho coisa.

Coisificar é muito comum à nós; tudo o que foge à nossa capacidade de abraçar com o intelecto, na maioria das vezes coisificamos, ou seja, damos uma definição indefinida a este objeto ou seja lá o que for.
O importante é que sendo coisa, foi criado.
E por mais que nos assuste a coisa - caminho é obra das mãos de Deus. E a metade de tudo o que nele aparece são reflexos das nossas aspirações e dos nossos desejos. 
O caminho é dom de Deus, os apetrechos que contém o caminho, aparecem não como passe de mágica, mas a partir de uma exclusivização do que somos em detrimento do que não queremos ser.
Somos a nossa cruz, somos o nosso assumir, somos o que podemos ser e não o que queremos ser.
Quando abraçarmos a nossa cruz, assim como Jesus o fez, automaticamente as coisas terão nome e terão identidade; ao passo que eu passo a ter identidade, mesmo ante um mundo coisificado, que coisifica o ser humano.

A cruz é a certeza da luz sobre  as trevas, da verdade sobre a mentira, alegria sobre a dor, da vida sobre a morte, do eu sobre o tu.
Que não seja em vão, a cruz fincada no solo, porque no ombros de Jesus, era o seu galardão, fincada no chão é o motivo da nossa felicidade. Nossos ombros de Jesus, está ela como o pano de fundo de uma entrega divno-humano, fincado em nosso chão, ela se faz trilha da nossa vida, estandarte da nossa vitória, máxima riqueza, alegria júbilo.
Abraçemos a cruz, adoremos a cruz, beijemos a cruz...
E no caminho tenhamos a cruz como o grande marco de um amor que nunca se acabará, mesmo quando a dor nos fizer calar o pensar....
MEDITEMOS A CRUZ DE JESUS NO NOSSO CAMINHO. E NOS ALEGREMOS COM A SUA PÁSCOA.

CRISTO RESSUSCITOU!!!!

(Para os meus amigos do EMM, que Deus os abençoe sempre e os ensine a cada dia a entender o valor da cruz)
*Perdoem os erros.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

MUSICOTERAPIA - Eu amo demais!!!



 
A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental. A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários países da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bem-estar dos pacientes.

 
De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. Em 1972, foi criado o primeiro curso de graduação no Conservatório Brasileiro de Música, do Rio de Janeiro. Hoje, no mundo, existem mais de 127 cursos, que vão da graduação ao doutorado.

Como atua o musicoterapeuta?
O musicoterapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente a crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musicoterapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida.

A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo provoca respostas motoras, que, através da pulsação dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal.

O profissional é preparado para atuar na área terapêutica, tendo a música como matéria-prima de seu trabalho. São oferecidos ao aluno conhecimentos musicais específicos, voltados para a aplicação terapêutica, e conhecimentos de áreas da saúde e das ciências humanas. São oferecidas também vivências na área de sensibilização, em relação aos efeitos do som e da música no próprio corpo.

 
 
Indicações da musicoterapia
Sendo inerente ao ser humano, a música é capaz de estimular e despertar emoções, reações, sensações e sentimentos. Qualquer pessoa é susceptível de ser tratada com musicoterapia. Ela tanto pode ajudar crianças com deficiência mental, quanto pacientes com problemas motores, aqueles que tenham tido derrame, os portadores de doenças mentais, como o psicótico, ou ainda pessoas com depressão, estressadas ou tensas. Tem servido também para cuidar de aidéticos e indivíduos com câncer. Não há restrição de idade: desde bebês com menos de um ano até pessoas bem idosas, todos podem ser beneficiados.

Particularmente são indicados no autismo e na esquizofrenia, onde a musicoterapia pode ser a primeira técnica de aproximação. A musicoterapia é aplicável ainda em outras situações clínicas, pois atua fundamentalmente como técnica psicológica, ou seja, reside na modificação dos problemas emocionais, atitudes, energia dinâmica psíquica, que será o esforço para modificar qualquer patologia física ou psíquica. Pode ser também coadjuvante de outras técnicas terapêuticas, abrindo canais de comunicação para que estas possam atuar eficazmente.

Que música é a mais indicada?
Músicas com ritmo muito marcante, não servem para o relaxamento, como por exemplo, o rock. O ritmo do rock é constante, ao passo que no relaxamento, a tendência é diminuir o pulso e o ritmo da respiração. Cada ritmo musical produz um trabalho e um resultado diferente no corpo. Assim há músicas que provocam nostalgia, outras alegria, outras, tristeza, outras melancolia, etc.

 
 
Alguns tipos de música podem servir de guia para as necessidades de cada pessoa. Bach, por exemplo, pode ajudar muito no aprendizado e na memória, Rossini, com Guilherme Tell e Wagner, com as Walkirias, ajudam especialmente no tratamento de pacientes com depressão. As valsas de Strauss podem contribuir e muito, para os momentos em que se necessita um maior relaxamento, estando bem indicadas para salas de parto. As marchas são um tipo de música que transmite energia, tão importante e escassa em áreas hospitalares de pacientes em convalescença.

Um bom exemplo disso tem sido o uso da musicoterapia, no auxílio do tratamento da doença de Alzheimer. Doença de caráter progressivo e degenerativo tem, entre seus primeiros sinais, o esquecimento, a dificuldade de estabelecer diálogos, as mudanças de atitude e a diminuição da concentração e da atenção. A musicoterapia ajuda a estimular a memória, a atenção e a concentração, o contato com a realidade e o esforço da identidade. Trabalha-se ainda a estimulação sensorial, a auto-estima e a expressão dos sentimentos e emoções.
 

 
A melhor ajuda que o tratamento dos pacientes, utilizando a música, pode proporcionar, é que ela, como terapia, torna os obstáculos da doença mais amenos e mais fáceis de serem ultrapassados.

domingo, 19 de agosto de 2012

UMA CONVERSA SOBRE OS MALES QUE ASSOLAM OS JOVENS - SUICÍDIO!



Ontem fiquei conversando com um casal de namorados, bem jovens, uns 16 anos de idade os dois.
Esntre os assuntos a gente se perguntava: O que aconteçe na cabeça de um jovem para que ele comete suicídio?

Muito já foi dito sobre estes casos que assolam o nosso chão brasileiro, o suicídio de inúmeros jovens que vem aumentando assustadoramente. Eles, são oriundos de inúmeras realidadeS, mas juntos comungam de um mesmo problema: A vida perdeu o sentido! Amigos, família, tudo passa a não ter nenhum significado. As pessoas com suas palavras que são de conforto e de motivação não sãoouvidas como tal, para eles tudo soa diferente; é como se tudo viesse com um tom contrário, a compreensão lhes rouba de si mesmos.



Afundam, como titanic em alto mar, no escuro, no frio, na solidão, sem nada e niguém para ajudar. Tem muita gente que tenta ajudar, que lameta, que chora e se desespera, mas de nada isso adianta, por que é um caminho que o jovem resolveu trilhar sozinho e no estado em que ele se encontra, as palavras perdem força e ganham poder os gestos: abraços. afagos, presença constante, carícias e o poder da oração.

Neste momento o único amigo que pode solucionar este problema juntamente com o carinho da família e dos amigos é JESUS CRISTO. Ninguém consegue o âmago do coração de um depressivo a não ser o próprio Cristo.



Todos os nossos conceitos partem da observação externa; mas Cristo entra na sala do coraçao deste jovem e observa mais intimamente o estrago que fizeram com ele; e tem com ele, e o entende, e o provoca a refazer o caminho, mas não faz por ele.

A verdade é que esta realidade será sempre assustadora e me deixa muito intrigado. Tento entender o que se passa dentro do coração do jovem, mas paro sempre na mesma questão. Imagino que eles fiquem assim apartir de decepções amorosas, por conflitos familiares, pela própria mídia que impõe um padrão que muitas familias não tem como dar.



E assim a nossa juventude segue chagada e sofrida, se arrastando pelos becos da vida. Esta em nós a solução prévia.
O diálogo na família ajudará a combater tudo isso, mas um diálogo amigável e sincero sem abuso de outoridade, gritarias e chingamentos.
O jovem deve perceber que tem nafamilia um aliado e não um juiz, por que o mundo ja faz esse papel sem eo menos eles pedirem.



CUIDEMOS DA NOSSA JUVENTUDE!!!!
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